
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O que é gota?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009
POLIOMELITE

O modo de aquisição do poliovírus é oral, através de transmissão fecal-oral ou, raramente, oral-oral. A multiplicação inicial do poliovírus ocorre nos locais por onde penetra no organismo (garganta e intestinos). Em seguida dissemina-se pela corrente sangüínea e, então, infecta o sistema nervoso, onde a sua multiplicação pode ocasionar a destruição de células (neurônios motores), o que resulta em paralisia flácida.
Existem três padrões básicos de infecção pelo poliovírus: infecções subclínicas, doença não-paralítica e doença paralítica. A maioria das infecções (95%) são subclínicas, isto é, podem passar despercebidas. A forma maior de poliomielite afeta o sistema nervoso central (o cérebro e medula espinal) e é dividida em formas não-paralítica e paralítica. Ela pode ocorrer após a recuperação de uma infecção subclínica.
Uma pessoa que se infecta com o poliovírus pode ou não desenvolver a doença. Quando apresenta a doença, pode desenvolver paralisia flácida (permanente ou transitória), meningite ou, eventualmente, evoluir para o óbito. Desenvolvendo ou não sintomas o indivíduo infectado elimina o poliovírus nas fezes, o qual pode ser transmitido para outras pessoas por via oral. A transmissão do poliovírus ocorre mais freqüentemente a partir do indivíduo assintomático. A eliminação é mais intensa 7 a 10 dias antes do início das manifestações iniciais, mas o poliovírus pode continuar a ser eliminado durante 3 a 6 semanas. A poliomielite não tem tratamento específico.
SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO

Várias são as causas de aumento das estruturas que passam pelo Túnel do Carpo. Algumas das causas que podem desencadear a doença são: trabalho manual com movimentos repetidos, pessoas que não fazem trabalhos manuais, tem associação com alterações hormonais como menopausa e gravidez (geralmente desaparece ao fim da gravidez); outras doenças associadas são diabetes mellitus, artrite reumatóide, doenças da tireóide e causas desconhecidas.
DOENÇA DE PAGET DO OSSO

Em condições normais, as células que destroem o osso velho (osteoclastos) e as que formam o novo (osteoblastos) trabalham em equilíbrio para manter a estrutura e a firmeza do osso. Na doença de Paget, os osteoclastos e os osteoblastos tornam-se hiperativos em algumas áreas do osso, aumentando de maneira significativa a rapidez de renovação do osso. As áreas hiperativas aumentam; contudo, a sua estrutura é anormal e, portanto, são mais frágeis que as áreas normais.
Embora a doença de Paget seja, com freqüência, hereditária, não se descobriu qualquer padrão genético específico. Algumas evidências sugerem que uma infecção viral pode estar envolvida; contudo, desconhece-se a origem da doença.
A doença de Paget é habitualmente assintomática. Contudo, podem aparecer sintomas, como rigidez das articulações e cansaço, que se desenvolvem de forma lenta e subtil. Pode manifestar-se como uma dor profunda, por vezes intensa, que piora à noite. O aumento dos ossos pode comprimir os nervos (aumentando desse modo a dor) e levar a uma deformação óssea. Em certas ocasiões, a doença de Paget provoca o desenvolvimento de uma artrose dolorosa nas articulações adjacentes.
Os sintomas variam em função dos ossos afetados.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Olhe, o botulismo se conserva em casa
Os primeiros sintomas comumente incluem a boca seca, a visão dupla, a ptose palpebral e a incapacidade de focar objetos próximos. As pupilas não contraem normalmente quando expostas à luz durante o exame oftalmológico, inclusive podendo não contrair em absoluto.
O indivíduo afetado apresenta dificuldade de fala e de deglutição. A dificuldade de deglutição pode levar à aspiração de alimentos e à pneumonia aspirativa. Os músculos dos membros superiores e inferiores e os respiratórios apresentam uma fraqueza progressiva. É essencial que o acondicionamento de alimentos (caseiros ou comerciais) seja adequado, assim como o aquecimento dos alimentos enlatados utilizados em casa antes de serem servidos. Os alimentos enlatados que apresentam qualquer evidência de deterioração podem ser letais e devem ser descartados.
O FISIOTERAPEUTA E O SUS
Fisioterapeuta do Hospital das Clínicas da UNICAMPCoordenador do curso de Fisioterapia da UNIP/Campinas
Delegado Regional do CREFITO3 – Subsede Campinas
Membro da Diretoria da AFICAMPConselheiro Efetivo do Conselho Municipal de Saúde de Campinas
Água demais...
Tumefação celular é quando ocorre o aumento intracelular de água (hiperhidratação celular) por conseqüências de desequilíbrios no gradiente osmóstico à nível de membrana celular, e nos mecanismos de absorção e eliminação de água.
A tumefação celular pode ser classificada como Tumefação turva, que ocorre quando a distribuição de água é homogênea, sendo que é uma fase mais precoce, mais aguda, mais comum, menos grave e mais reversível.Ainda, ela pode ser classificada como globulosa, quando a água acumulada se dispõe em compartimentos no citoplasma (estágio mais avançada da tumefação turva).
As possíveis causas da tumefação celular são hipóxia, infecções bacterianas ou virais, hipernatremia, intoxicações exógenas e endógenas, etc.
HIPERTROFIA MUSCULAR


A hipertrofia muscular significa o crescimento dos músculos num indivíduo. Este crescimento é mais acentuado durante a puberdade, que é a altura de maiores crescimentos no ser humano. Quando termina a adolescência, termina também o crescimento muscular. Durante esta altura, a idade da criança e a alimentação que toma são fundamentais para determinar a velocidade da hipertrofia muscular.
Além dos factores biológicos do ser humano, a hipertrofia muscular pode ser forçada, através de esteroides e anabolizantes, de treinos de musculação para hipertrofia e alguns tipos de exercícios de alta intensidade e curta duração, como a corrida de velocidade dos 100m. Já os exercícios de baixa intensidade e longa duração não causam a hipertrofia muscular.
Treino de musculação para hipertrofia
Existem treinos de musculação específicos para proporcionar a hipertrofia, que são constituídos por exercicios de hipertrofia e séries de musculação ligeiramente diferentes dos outros tipos de treino. Com as cargas proporcionadas aos músculos, ocorre o crescimento para que o corpo se adapte a estes novos esforços, sabendo porém que a hipertrofia muscular pode aumentar os músculos sem aumentar muito a força física.
Alimentação para hipertrofia
Como para qualquer crescimento muscular, o aumento da quantidade de proteinas ingeridas é fundamental para a hipertrofia. Se quiser conhecer mais acerca dos benefícios da proteína, veja uma dieta de proteinas. O princípio do aumento da carga sobre os músculos é o mais importante na hipertrofia, por isso os treinos devem ser a primeira coisa a analisar. Existem algumas teorias acerca dos planos de treinos específicos, mas geralmente considera-se que fazendo exercícios acima das 15 repetições representa pouco esforço para o músculo a trabalhar, não sendo por isso indicado para estimular o crescimento.
Quando acontece a hipertrofia
A hipertrofia muscular acontece devido a um micro trauma nas fibras musculares, devido ao esforço colocado nos músculos, obrigando o corpo a responder compensando com a substituição do tecido estragado e colocando mais tecido para que o risco de lesão seja mais reduzido no futuro. Daí a importância da carga progressiva, já que os músculos adaptam-se a pesos mais elevados e o atleta é obrigado a continuar a aumentar o peso ou diversificar os exercícios para não cria habituação.
Com a ajuda das proteínas, o corpo consegue restabelecer os tecidos musculares danificados.
A hipertrofia muscular é cada vez mais usada por praticantes de musculação mais avançados, para conseguirem melhores resultados em menos tempo. Mas como se viu, não existe nenhum exercício que seja feito sempre da mesma forma e que dê sempre resultados. O truque é a diversificação da carga sobre os músculos. O resultado é um corpo perfeito.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
ÚLCERAS DE PRESSÃO EM PÉ DIABÉTICO

O pé diabético é uma das mais graves e onerosas complicações do DM e a amputação de uma extremidade inferior ou parte dela é geralmente conseqüência de uma úlcera no pé. (Secretária de Estado de Saúde do Distrito Federal, 2001).
Condromalácia Patelar

Miastenia Gravis...

Em uma contração muscular normal a ativação de receptores de acetilcolina induzem um influxo de íons sódio que causam uma despolarização da célula muscular. Com isso há liberação de íons cálcio armazenados no retículo sarcoplasmático e a partir dai há a contração muscular. Indivíduos com predisposição genética ou com algum tipo de mutação relacionada a produção de anticorpos que são direcionados contra receptores de acetilcolina na placa motora terão Miastenia Grave, pois eles gerarão uma degradação destes receptores e conseqüentemente uma não comunicação.
Reportagem sobre Fibromialgia - Jornal Hoje
NEUROPATIA tOMACULOSA

Neuropatia Tomaculosa é uma doença motora sensitiva hereditária dos nervos periféricos
Essa neuropatia caracteriza-se por hiperprodução redundante de mielina em torno de cada axônio de um modo segmentar regular no mesmo formato de cada axônio. Os nervos são particularmente propensos a paralisia por compressão, e os pacientes apresentam-se com mononeuropatias ( perda de movimento ou de sensibilidade em uma área do corpo, causada por lesão isolada de um nervo ou tronco nervoso) recorrentes secundarias a traumatismos leves.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Anencefalia

terça-feira, 8 de setembro de 2009
Mielomeningocele


A maioria dos autores considera que a mielomeningocele tem etiologia desconhecida. Porém, estudos mais recentes fazem uma associação entre a patologia e alguns fatores. Dentre eles:
Fatores Genéticos:
Esta patologia é mais freqüente em indivíduos de raça branca, com menor ocorrência nas raças negra e amarela. Outro fato importante é que casais que já possuem uma criança portadora de mielomeningocele possuem um risco maior de gerarem outra criança portadora dessa patologia;
Fatores Ambientais:
Indivíduos pertencentes a um mesmo grupo étnico que migraram para outro continente, apresentaram em seus descendentes uma incidência diferente dessa patologia, quando comparados ao local de origem;
Fatores Nutricionais:
Mulheres que receberam complementação vitamínica com ácido fólico, apresentaram uma incidência muito menor de filhos portadores de mielomeningocele.
Os sintomas da mielomeningocele dependem da localização e do grau de extrusão da medula espinhal. As alterações neurológicas geralmente manifestam-se através de alterações motoras, sensitivas, tróficas e esfincterianas (CAMBER, 1988).
Levando-se em consideração que a mielomeningocele manifesta-se na grande maioria dos casos a nível da região lombossacra (L5-S1), os sintomas mais relatados na literatura, segundo Shepherd (1998), são:
-Paralisia flácida;
-Diminuição da força muscular;
-Atrofia muscular;
-Diminuição ou abolição dos reflexos tendíneos;
-Diminuição ou abolição da sensibilidade exterioceptiva e proprioceptiva;
-Incontinência dos esfíncteres de reto e bexiga;
-Deformidades de origem paralíticas e congênitas e;
-Hidrocefalia (acomete 100% das crianças com mielomeningocele torácica; 90% das lombotorácicas; 78% das lombares; 60% das lombossacras e 50% das sacrais, segundo Diament, 1996).
domingo, 6 de setembro de 2009
Esclerose mútipla

1. Muitos dos exames moleculares disponíveis para a detecção de doenças neurodegenerativas ainda estão em fase de estabelecimento e se torna necessária a realização prévia de amplos estudos populacionais para assegurar a real contribuição dos genes mutantes em particular para o desenvolvimento da doença. Portanto, apesar da diversidade de pesquisas realizadas mundialmente sobre os mecanismos moleculares envolvidos com o desencadeamento das diferentes formas de doenças neurodegenerativas, ainda são escassas as doenças que podem ter o seu diagnóstico firmado através da análise molecular. No Brasil, a situação se torna ainda mais crítica devido ao número restrito de centros que oferecem exames genéticos para as doenças neurodegenerativas.
2. Os exames que usam marcadores moleculares de predisposição sugerem que, caso alguma alteração seja encontrada e, se a mesma estiver associada a outros fatores de risco (história familiar, sinais clínicos, fatores ambientais), o indivíduo terá uma maior probabilidade de desenvolver a doença neurodegenerativa.
3. O diagnóstico molecular pré-sintomático é de extrema importância para o monitoramento precoce dos sinais clínicos indicativos da doença neurodegenerativa, de maneira que medidas profiláticas podem ser direcionadas, minimizando as conseqüências da doença ou até mesmo impedindo a sua manifestação. O diagnóstico pré-sintomático tem trazido implicações éticas, psicológicas e sociais muito peculiares, apontando para a necessidade urgente da interação multidisciplinar de geneticistas, psicólogos e neurologistas visando melhorias na interpretação dos resultados moleculares e de imagens cerebrais, prognóstico, acompanhamento clínico e psicológico regular (pré e pós-exames), terapia e aconselhamento familiar. À medida que cresce nosso conhecimento sobre as causas biológicas que levam às doenças neurodegenerativas, mais perguntas, muitas delas ainda sem respostas, surgem na comunidade científica. Isto é reflexo da complexidade do sistema nervoso, considerado o tecido do corpo humano onde podemos encontrar o maior número de genes em funcionamento. Por isso, deve-se ter em mente que a manutenção do funcionamento de um sistema tão complexo não requer um ou dois genes, mas milhares de genes integrados harmoniosamente sob uma variedade de estímulos ambientais. Em contraste, o mau funcionamento de um único gene, por mais simples que seja, pode interromper este balanço e gerar um efeito catastrófico.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
BRUXISMO DO SONO
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
MIOCLONIAS

Mioclonias são movimentos involuntários muito rápidos, durando menos de 100 msec, resultantes de contrações musculares súbitas, únicas ou que se repetem de um músculo ou de grupos musculares. No caso das mioclonias rítmicas há grande semelhança com o tremor, tornando-se o diagnóstico diferencial difícil (Vieira, 2005).
Os puxões mioclônicos geralmente resultam de contrações musculares repentinas chamadas mioclonia positiva ou de um relaxamento muscular chamado mioclonia negativa.
As sacudidas mioclônicas podem ocorrem sozinhas ou em seqüência, com ou sem padrão determinado. O soluço, por exemplo, é uma contração seguida de um relaxamento do músculo. Outro exemplo é a mioclonia noturna, que são sobressaltos que pessoas têm enquanto estão dormindo. Em casos mais extremos, a mioclonia pode distorcer o movimento e limitar a capacidade de comer, falar e caminhar. Este tipo de mioclonia indicaria um transtorno relacionado ao cérebro ou nervos.
- CAUSAS
Mioclonias podem resultar de muitas causas: reação a uma infecção, lesão na cabeça ou na medula espinhal, tumores cerebrais, falha renal ou hepática, envenenamento químico ou por drogas, etc.
Os movimentos mioclônicos podem ocorrer em pacientes com Esclerose Múltipla, Mal de Parkinson, Mal de Alzheimer. É comum ocorrerem em pessoas com Epilepsia, um transtorno em que a atividade cerebral se altera, causando convulsões. Alguns investigadores especulam que anormalidades ou deficiências em receptores de certos neurotransmissores contribuem para algumas formas de Mioclonia. Alguns deles seriam a serotonina, que contrai os vasos sangüineos e produz o sono, e o ácido gammaaminobútrico, que ajuda o cérebro a manter controle muscular.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
OXICEFALIA

É um defeito de formação da caixa craniana onde a cabeça é achatada lateralmente, a testa muito levantada e a região occipital esta alongada para o alto, onde o conjunto apresenta um tronco de cone irregular. Trata-se de uma patologia em que não se conhece totalmente a causa, podendo ser a única malformação ou fazer parte de um conjunto de anormalidades da criança como em uma das mais de 57 síndromes genéticas associadas com a doença.
Estudos mostram que mães que fumam mais de um maço de cigarros por dia têm maior chance de terem filhos com oxicefalia.
Há uma variação grande nas estatísticas de incidência, com números que vão de 1:1000 a 1:2500, sendo mais freqüente no sexo masculino - 1,7 meninos para cada menina. Todas as raças podem ser acometidas, embora na raça negra a prevalência seja menor.
Tratamento - até o sexto mês de vida, a cirurgia consiste na reconstrução simplificada da calota, sendo mais simples. Entretanto, muitas vezes a cirurgia só é feita após o terceiro mês, pois é quando a criança tem um peso suficiente para suportar esse tipo de procedimento.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Hidrocefalia

Hidrocefalia é o acúmulo anormal e excessivo de líquor dentro dos ventrículos ou do espaço subaracnóide. É tipicamente associado com dilatação ventricular e aumento da pressão intracraniana; pode ocorrer em crianças (diversas faixas etárias) ou adultos, tendo causas específicas.
Esta patologia é causada pela inabilidade de drenagem do líquor na corrente sanguínea. Existem muitas razões pelas quais isto pode acontecer:
Tumor cerebral - Tumores do cérebro causam inchaço dos tecidos circundantes, resultando em pobre drenagem do líquor.
Meningite - Esta é uma infecção das membranas que recobrem o cérebro. A inflamação e debridação desta infecção pode bloquear as vias de drenagem causando hidrocefalia.
Hidrocefalia Congênita- A hidrocelia, neste caso, está presente no nascimento mas isto não significa que ela seja hereditária.
Prematuridade - Bebês nascidos prematuramente são mais vulneráveis ao desenvolvimento de hidrocefalia do que aqueles nascidos a termo, desde que muitas partes do corpo ainda não estão amadurecidas. A atividade da área que está logo abaixo da linha dos ventrículos no cérebro apresenta um rico suprimento sanguíneo. Seus vasos sanguíneos podem ser facilmente rompidos se o bebê sofrer uma mudança na pressão sanguínea ou na quantidade de fluído no sistema.
A Hidrocefalia, embora passível de tratamento, pode, enquanto ocorre, provocar alguns problemas. Quem sofre Hidrocefalia pode vir a sofrer problemas de aprendizagem, normalmente associados a problemas de concentração, de raciocínio lógico ou de memória de curto prazo. Problemas de Coordenação, de organização, dificuldades de localização espácio-temporal, problemas relacionados com a motivação, puberdade precoce ou dificuldades na visão podem, também, ocorrer. No entanto, não é certo que tais situações tenham, necessariamente, de ocorrer na pessoa com Hidrocefalia.